"Seja Bem vindo" - "Este é um espaço a serviço do Reino de Deus. Queremos fazer deste espaço um ponto de encontro com a Fé.” Encontros Catequéticos domingo, as 08h30. “Vida sim, aborto não!” "Este site usa cookies para ajudar a fornecer serviços. Ao usar o site, você concorda com o uso de cookies."

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terça-feira, 29 de novembro de 2016

Término e começo


Dom Genival Saraiva
Administrador Apostólico da arquidiocese da Paraíba


O tempo é uma realidade contínua - ensina a antiga filosofia. O homem passou a fazer a leitura do tempo ante a necessidade de se situar no mundo. Com efeito, a vida e a ação humanas acontecem no tempo. Por isso, passou a ver o tempo em “medidas”: antes, agora, depois, ontem, hoje, amanhã, passado, presente, futuro, começo, meio e fim. Assim, diante de outra, uma pessoa sabe que nasceu antes dela, que se casou depois dela e terá mais dificuldades do que ela, no futuro, em razão de sua instabilidade profissional. Por sua vez, a ação institucional também se realiza no tempo, nessa mesma ordem de medida do tempo. A Igreja, como instituição, é vista no tempo e, portanto, sua ação espiritual e seu trabalho pastoral acontecem na história que tem o registro do passado e do presente e, em sua missão, já tem o futuro diante de si. A confirmação dessa afirmação pode ser identificada em dois exemplos: o Jubileu da Misericórdia e o Ano Litúrgico.

O começo da celebração do Ano Santo da Misericórdia foi no dia 8 de dezembro de 2015 e o seu término no dia 20 de novembro de 2016, na Solenidade de Cristo Rei. O próprio Ano Litúrgico sempre tem no 1º Domingo do Advento o seu começo e na Solenidade de Cristo Rei o seu término. É obvio que a ação da graça de Deus não está limitada a essa mesma ordem do tempo. Todavia, como há as mediações humanas, não se pode desconsiderar o fator tempo na vivência espiritual das pessoas e na ação litúrgica da Igreja.
Além da dimensão celebrativa, o Ano Litúrgico está intimamente relacionado com o ano pastoral, nas paróquias e comunidades. Não se trata apenas de uma relação de ordem lógica e cronológica; trata-se de uma relação mais profunda porque onde age a graça de Deus deve haver a correspondência humana, especialmente na linha do testemunho. Assim como o Ano Litúrgico, o ano pastoral supõe e exige compromisso e fidelidade da Igreja, em sua condição de testemunha de Jesus Ressuscitado. Por isso, na vivência desse mistério, as comunidades realizam suas atividades, levando em consideração os chamados “tempos fortes” do Ano Litúrgico como Advento e Quaresma, que têm um forte chamado à conversão; o mês de maio está associado à devoção mariana e, de muitas maneiras, os fiéis reverenciam e procuram imitar o exemplo de Maria; no mês de agosto as pessoas refletem e rezam a partir da celebração das diversas vocações; no mês de setembro os fiéis encontram estímulos para um melhor conhecimento da Sagrada Escritura.
O novo Ano Litúrgico 2016/2017 tem uma especial linguagem mariana no mundo católico, em razão da comemoração do centenário das aparições de Nossa Senhora a Lúcia, Jacinta e Francisco e, no Brasil, a comemoração do tricentenário do encontro da imagem de Nossa Senhora nas águas do Rio Paraíba do Sul. Ao falar aos bispos do Brasil, durante a Jornada Mundial da Juventude, no Rio de Janeiro, a propósito do “evento que é Aparecida”, disse o Papa Francisco: “Em Aparecida, Deus ofereceu ao Brasil a sua própria Mãe. Mas, em Aparecida, Deus deu também uma lição sobre si mesmo, sobre seu modo de ser e agir. Uma lição sobre a humildade que pertence a Deus como traço essencial e que está no DNA de Deus”. As graças de Deus, no mundo e no Brasil, passam pelas mãos maternas de Maria, do começo ao término do novo Ano Litúrgico.
É oportuno que os fiéis examinem como terminou o Ano Litúrgico (Ano C) em sua vida e em sua comunidade de fé ao começar o novo ano (Ano A). O Ano Litúrgico compreende a celebração do mistério de Cristo, do 1º domingo do Advento à Solenidade de Cristo Rei.

http://www.cnbb.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=19895:termino-e-comeco&catid=334&Itemid=204

"A catequese não prepara simplesmente para este ou aquele sacramento. O sacramento é uma consequência de uma adesão a proposta do Reino, vivida na Igreja (DNC 50)."

Documento Necessário para o Batismo e Crisma

Certidão de Nascimento ou Casamento do Batizando;

Comprovante de Casamento Civil e Religioso dos padrinhos;

Comprovante de Residência,

Cartões de encontro de Batismo dos padrinhos;

Documentos Necessários para Crisma:

RG do Crismando e Padrinho, Declaração de batismo do Crismando, Certidão ou declaração do Crisma do Padrinho, Certidão de Casamento Civil e Religioso do Padrinho/Madrinha e Crismando se casados.

Fonte: Catedral São Dimas

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Reflexão

REFLEXÃO

A porta larga que o mundo oferece para as pessoas é a busca da felicidade a partir do acúmulo de bens e de riquezas. A porta estreita é aquela dos que colocam somente em Deus a causa da própria felicidade e procuram encontrar em Deus o sentido para a sua vida. De fato, muitas pessoas falam de Deus e praticam atos religiosos, porém suas vidas são marcadas pelo interesse material, sendo que até mesmo a religião se torna um meio para o maior crescimento material, seja através da busca da projeção da própria pessoa através da instituição religiosa, seja por meio de orações que são muito mais petições relacionadas com o mundo da matéria do que um encontro pessoal com o Deus vivo e verdadeiro. Passar pela porta estreita significa assumir que Deus é o centro da nossa vida.

reflexão sobre o Dízimo

A espiritualidade do Dízimo

O dízimo carrega uma surpreendente alegria no contribuinte. Aqueles que se devotam a esta causa se sentem mais animados, confortados e motivados para viver a comunhão. O dízimo, certamente, não é uma questão de dinheiro contrariando o que muitos podem pensar. Ele só tem sentido quando nasce de uma proposta para se fazer a experiência de Deus na vida cristã. Somos chamados e convocados a este desafio.

Em caso contrario, ele se torna frio e distante; por vezes indiferente. A espiritualidade reequilibra os desafios que o dízimo carrega em si. "Honra o Senhor com tua riqueza. Com as primícias de teus rendimentos. Os teus celeiros se encherão de trigo. Teus lagares transbordarão de vinho" (Pr 3,9-10). Contribuir quando se tem de sobra, de certa forma, não é muito dispendioso e difícil. Participar da comunhão alinha o desafio do dízimo cristão.

Se desejar ler, aceno: Gn 28, 20-22; Lv 27, 30-32; Nm 18, 25-26 e Ml 3, 6-10.

Fonte : Pe. Jerônimo Gasques

http://www.portalnexo.com.br/Conteudo/?p=conteudo&CodConteudo=12

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