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sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Liturgia Diária Comentada 02/11/2013 Fiéis Defuntos

Liturgia Diária Comentada 02/11/2013

30ª Semana do Tempo Comum - 2ª Semana do Saltério
Solenidade: Comemoração de Todos os Fiéis Defuntos
Prefácio dos Defuntos - Ofício Próprio
Cor: Roxo ou Preto - Ano Litúrgico “C” - São Lucas

Antífona: 4 Esd 2,34s Dai-lhes, Senhor, o repouso eterno e brilhe para eles a vossa luz.

Oração do DiaÓ Deus, glória dos fiéis e vida dos justos, que nos remistes pela morte e ressurreição do vosso filho, concedei aos nossos irmãos e irmãs que, tendo professado o mistério da nossa ressurreição, mereçam alegrar-se na eterna felicidade. Amém!

LEITURAS:

Primeira Leitura: Jó 19,23-27a Eu sei que o meu Redentor está vivo.
Jó tomou a palavra e disse: "Gostaria que minhas palavras fossem escritas e gravadas numa inscrição com ponteiro de ferro e com chumbo, cravadas na rocha para sempre! Eu sei que o meu redentor está vivo e que, por último, se levantará sobre o pó; e depois que tiverem destruído esta minha pele, na minha carne, verei a Deus. Eu mesmo o verei, meus olhos o contemplarão, e não os olhos de outros". - Palavra do Senhor.



Salmo: 26 (27) O Senhor é minha luz e salvação.
O Senhor é minha luz e salvação; de quem eu terei medo? O Senhor é a proteção da minha vida; perante quem eu tremerei?

Ao Senhor eu peço apenas uma coisa, e é só isto que eu desejo: habitar no santuário do Senhor por toda a minha vida; saborear a suavidade do Senhor e contemplá-lo no seu templo.

Ó Senhor, ouvi a voz do meu apelo, atendei por compaixão! É vossa face que eu procuro. Não afasteis em vossa ira o vosso servo, sois vós o meu auxílio!

Sei que a bondade do Senhor eu hei de ver na terra dos viventes. Espera no Senhor e tem coragem, espera no Senhor!

Segunda Leitura: Rm 5,5-11 Justificados pelo sangue de Cristo, seremos salvos da ira por ele.
Será que ignorais que todos nós, batizados em Jesus Cristo, é na sua morte que fomos batizados? Pelo batismo na sua morte, fomos sepultados com ele, para que, como Cristo ressuscitou dos mortos pela glória do Pai, assim também nós levemos uma vida nova. Pois, se fomos, de certo modo, identificados a Jesus Cristo por uma morte semelhante à sua, seremos semelhantes a ele também pela ressurreição.

Sabemos que o nosso velho homem foi crucificado com Cristo, para que seja destruído o corpo de pecado, de maneira a não mais servirmos ao pecado. Com efeito, aquele que morreu está livre do pecado. Se, pois, morremos com Cristo, cremos que também viveremos com ele. Sabemos que Cristo ressuscitado dos mortos não morre mais; a morte já não tem poder sobre ele. - Palavra do Senhor.

Evangelho: Jo 6,37-40 Quem crê no Filho terá a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia.
Naquele tempo, disse Jesus às multidões: "Todos os que o Pai me confia virão a mim, e quando vierem, não os afastarei. Pois eu desci do céu não para fazer a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou E esta é a vontade daquele que me enviou: que eu não perca nenhum daqueles que ele me deu, mas os ressuscite no último dia. Pois esta é a vontade do meu Pai: que toda pessoa que vê o Filho e nele crê tenha a vida eterna. E eu o ressuscitarei no último dia". - Palavra da Salvação.

Comentando o Evangelho (Antônio Carlos Santini, da Comunidade Católica Nova Aliança): Eis a palavra empenhada do Filho de Deus: “Eu o ressuscitarei no último dia!” Não apenas uma reanimação provisória, que não evitaria outra morte, como Jesus fez com Lázaro de Betânia (Jo 11, 43-44) ou com a filha de Jairo (Mt 9, 25), mas verdadeira ressurreição, que é o ingresso em uma vida sem fim, além da morte.

Esta magnífica promessa é dirigida a quem crê em Jesus Cristo, mas está claramente situada no contexto do seu “discurso eucarístico” (Jo 6, 22-71). A alimentação do “Pão vivo” é a garantia da vida eterna. É sobre isto que nos fala Olivier Clément: “Os Padres [da Igreja] não cessaram de retomar estas prodigiosas afirmações de Jesus. Jesus é o “pão do céu”, o “pão de vida”; o Ressuscitado se dá plenamente a nós na Eucaristia, que é assim um alimento de ressurreição. Jesus é pão, pois seu corpo é formado de toda a vida cósmica amassada pelo trabalho dos homens; ele é simultaneamente “pão vivo”, vivificante, pois nele a vida divina penetra a terra e a humanidade”.

Um dos Padres que ele cita é Santo Ambrósio de Milão, em seu Comentário ao Salmo 118: “Ele [Jesus] é pão de vida. Aquele que come a vida não pode morrer. Ide a ele e saciai-vos, pois ele é pão de vida. Ide a ele e bebei, pois ele é a fonte. Ide a ele e sede iluminados, pois ele é a luz. Ide a ele e tornai-vos livres, pois ali onde está o Espírito do Senhor, lá está a liberdade”.

E São Gregório de Nissa não é menos categórico: “Na economia da graça, ele [Jesus Cristo] se dá como uma semente a todos os que creem; nesta carne composta de pão e de vinho, ele se mistura ao corpo deles para permitir ao homem, graças à união com o corpo imortal, participarem da condição que já não conhece mais a corrupção”.

Marthe Robin [1902-1981], a fundadora da obra dos Foyers de Charité, hoje em fase final de beatificação, que viveu mais de 50 anos alimentando-se exclusivamente da Eucaristia, experimentou já neste mundo a força vitalizante do Pão de vida. Ela escreve em seu diário: “Minha vida é como mover-se na Essência divina, identificar-se com o Amor, tendo, evidentemente, uma consciência mais ou menos clara disso. [...] Isso me faz viver já na eternidade e ver as coisas como o próprio Deus as vê”.

Grande mistério! Vivemos ainda no tempo, mas já somos alimentados com o Pão da eternidade...

INTENÇÕES PARA O MÊS DE NOVEMBRO:

Geral – Sacerdotes em dificuldades: Que os sacerdotes que experimentam dificuldades sejam confortados em seu sofrimento, amparados em suas dúvidas e confirmados em sua fidelidade.

Missionária – Fruto da Missão Continental: Que as Igrejas da América Latina, como fruto da Missão Continental, enviem missionários a outras Igrejas..

TEMPO LITÚRGICO:

Tempo Comum: O Tempo Comum começa no dia seguinte à Celebração da Festa do Batismo do Senhor e se estende até a terça-feira antes da Quaresma. Recomeça na segunda-feira depois do domingo de Pentecostes e termina antes das Primeiras Vésperas do 1º Domingo do Advento NALC 44.

Cor Litúrgica: ROXO - Simboliza a preparação, penitência ou conversão. Usada nas missas da Quaresma e do Advento.

Fique com Deus e sob a proteção da Sagrada Família
Ricardo Feitosa e Marta Lúcia


Fonte: CNBB / Missal Cotidiano

"A catequese não prepara simplesmente para este ou aquele sacramento. O sacramento é uma consequência de uma adesão a proposta do Reino, vivida na Igreja (DNC 50)."

Documento Necessário para o Batismo e Crisma

Certidão de Nascimento ou Casamento do Batizando;

Comprovante de Casamento Civil e Religioso dos padrinhos;

Comprovante de Residência,

Cartões de encontro de Batismo dos padrinhos;

Documentos Necessários para Crisma:

RG do Crismando e Padrinho, Declaração de batismo do Crismando, Certidão ou declaração do Crisma do Padrinho, Certidão de Casamento Civil e Religioso do Padrinho/Madrinha e Crismando se casados.

Fonte: Catedral São Dimas

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Reflexão

REFLEXÃO

A porta larga que o mundo oferece para as pessoas é a busca da felicidade a partir do acúmulo de bens e de riquezas. A porta estreita é aquela dos que colocam somente em Deus a causa da própria felicidade e procuram encontrar em Deus o sentido para a sua vida. De fato, muitas pessoas falam de Deus e praticam atos religiosos, porém suas vidas são marcadas pelo interesse material, sendo que até mesmo a religião se torna um meio para o maior crescimento material, seja através da busca da projeção da própria pessoa através da instituição religiosa, seja por meio de orações que são muito mais petições relacionadas com o mundo da matéria do que um encontro pessoal com o Deus vivo e verdadeiro. Passar pela porta estreita significa assumir que Deus é o centro da nossa vida.

reflexão sobre o Dízimo

A espiritualidade do Dízimo

O dízimo carrega uma surpreendente alegria no contribuinte. Aqueles que se devotam a esta causa se sentem mais animados, confortados e motivados para viver a comunhão. O dízimo, certamente, não é uma questão de dinheiro contrariando o que muitos podem pensar. Ele só tem sentido quando nasce de uma proposta para se fazer a experiência de Deus na vida cristã. Somos chamados e convocados a este desafio.

Em caso contrario, ele se torna frio e distante; por vezes indiferente. A espiritualidade reequilibra os desafios que o dízimo carrega em si. "Honra o Senhor com tua riqueza. Com as primícias de teus rendimentos. Os teus celeiros se encherão de trigo. Teus lagares transbordarão de vinho" (Pr 3,9-10). Contribuir quando se tem de sobra, de certa forma, não é muito dispendioso e difícil. Participar da comunhão alinha o desafio do dízimo cristão.

Se desejar ler, aceno: Gn 28, 20-22; Lv 27, 30-32; Nm 18, 25-26 e Ml 3, 6-10.

Fonte : Pe. Jerônimo Gasques

http://www.portalnexo.com.br/Conteudo/?p=conteudo&CodConteudo=12

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