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sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

Homilia: 2º DOMINGO DO TEMPO COMUM 20 de janeiro de 2019


DIOCESE DE LIMEIRA - 2º DOMINGO DO TEMPO COMUM

20 de janeiro de 2019


Leituras: Isaías 62, 1-5; Salmo 96 (95), 1-2ab.3.7-10 (R/ 1a.3b); 1Cor 12, 4-11; João 2, 1-11.

COR LITÚRGICA: VERDE
Animador: Amados irmãos e irmãs, terminado o tempo do Natal, com a festa do Batismo do Senhor, celebraremos até a Quarta-feira de Cinzas, a primeira parte do Tempo Comum, momento em que acompanharemos e viveremos o mistério de Cristo revelado na vida do seu povo. Com Cristo, estamos em Caná da Galileia, local onde Cristo realiza o seu primeiro sinal.
Reunidos como Comunidade de Jesus, celebremos a páscoa de Cristo que promove a vida e a dignidade de todos os seus filhos, transformando as águas da nossa vida, em vinho de alegria e esperança.


1. Situando-nos
No início do tempo comum, depois do Natal e antes da quaresma, lemos o início da missão de Jesus com o chamado dos discípulos e a proposta do reino. “No ano C, é Lucas quem nos conduz; ele insiste no seguimento radical de Jesus, ensina-nos a orar, a amar, a perdoar, a nos deixar guiar pelo Espírito, a levar em conta as mulheres, a colocar no centro de nossa vida o acolhimento e a preocupação com os pobres...” (Ione Buyst).

Neste segundo domingo, celebramos a manifestação de Deus em Jesus, em Caná da Galileia, no contexto de um casamento. E aí Jesus realiza o seu primeiro sinal.

Somos convidados a renovar a fé no Deus que faz aliança conosco e é fiel sempre.

2. Recordando a Palavra
O texto do Evangelho de João narra o primeiro sinal realizado por Jesus, numa festa de casamento. A imagem nupcial simboliza a relação amorosa de Deus com o povo (cf. Os 2,16-22). A Mãe de Jesus estava presente na festa e, também, Jesus e seus discípulos haviam sido convidados. As celebrações de núpcias duravam em torno de uma semana e se caracterizavam pela alegria e pelo júbilo, onde não podia faltar vinho.

Jesus é o Messias que celebra as núpcias com toda a humanidade, oferecendo o vinho novo através de sua vida, morte e ressurreição. Por isso, a festa ocorre “no terceiro dia” que plenifica a semana iniciada em Jo 1,19ss. Assim, recordando a criação, aliança, ressalta-se a salvação que está atuando em Jesus. Mas a sua “hora ainda não chegou”, isto é, a glorificação na cruz que plenifica a sua obra de salvação. A mãe de Jesus, fiel à aliança e portadora das promessas messiânicas, percebe que “eles não têm mais vinho”.

A mãe, chamada por Jesus de mulher, como no Calvário, crê na obra do Filho, como acreditará aos pés da cruz (19,25-27). Sua adesão, como verdadeira discípula, encaminha os que servem o vinho a Jesus: “Fazei tudo o que ele vos disser” (2,5). Como representante do povo, Maria intercede pelo vinho que plenifica a aliança e proporciona “a vida em abundância. A água transformada em vinho é aquela das talhas de pedra para a purificação ritual.

Jesus se manifesta como o “vinho bom e abundante” que traz a alegria messiânica e transforma a vida na grande festa do Reino. A abundância de vinho sinaliza a chegada dos tempos messiânicos da salvação (cf. Is 25,6), que restauram e libertam o povo (cf. Jr 31, 4-5). Como sinal do vinho novo, Jesus realiza plenamente o banquete messiânico, a esperança profética (Is 54, 4-8; 62, 4-5). Assim, ele “manifestou sua glória e os seus discípulos creram nele” (2,11).

A primeira leitura pertence ao terceiro Isaías (caps. 56-66) e está situada, no pós-exílio, no período de reconstrução da cidade devastada. O profeta suscita a esperança, pois Deus manifestará a salvação. Ele utiliza a imagem do casamento para expressar a alegria que Deus, o esposo, sente pelo povo, sua esposa amada.

Deus não abandona e permanece fiel à aliança, apesar das infidelidades do povo. A sua presença fortalece a missão de tornar a terra deserta, fecunda e produtiva. Impele a construir um mundo novo, através da justiça e da solidariedade.

O salmo 96(95) é um hino de louvor ao Senhor, Criador e soberano que governa o mundo com justiça e lealdade. Convida a anunciar a salvação, a vitória que oferece ao povo. “Dar a glória que é devida ao seu nome” consiste em reconhecê-lo como Senhor, homenageando-o com dons e oferendas.

A segunda leitura, da primeira carta aos Coríntios, mostra que todos os dons são dádivas de Deus e devem estar a serviço da edificação do bem comum. A comunidade, na diversidade de dons e de serviço, forma um só corpo, no mesmo Espírito.

Sendo expressão de unidade, não exclui ninguém. O espírito, que recebemos no batismo, leva a superar todas as distinções e a formar uma comunidade de irmãos e de irmãs, reconhecendo Jesus Cristo como Senhor.

3. Atualizando a Palavra
O casamento em Caná é o primeiro dos sete sinais, escolhidos pelo evangelista para revelar Jesus como Messias e Filho de Deus. É o início da glória de Cristo que se plenificará, através de sua entrega na cruz. A água, transformada em vinho, é sinal da vida nova, do vinho novo da salvação, que o Senhor oferece de forma abundante como esposo da humanidade (3,29).

Os discípulos expressam sua adesão a Jesus, através do acolhimento aos sinais de amor e de salvação. O Senhor permanece fiel à aliança e nos cumula de dons para que possamos colocá-los a serviço da edificação da comunidade, criando relações fraternas. Por meio da fé em Jesus Cristo, formamos um só corpo, no mesmo Espírito.

Maria é modelo de fidelidade à aliança, ao plano de amor de Deus, revelado em Cristo. Com solicitude maternal, ela percebe que “eles não têm mais vinho”. Sua atitude nos ensina a sermos pessoas sensíveis e comprometidas com as necessidades dos irmãos e das irmãs. Maria não cessa de interceder junto Filho para que a humanidade alcance a vida em plenitude.

O documento de Aparecida, número 364, convida que “fixemos o olhar em Maria e reconheçamos nela a imagem perfeita da discípula missionária. Ela nos exorta a fazer o que Jesus nos diz (Cf. Jo 2,5) queremos estar atentos uma vez mais à escuta do Mestre e, ao redor dela, voltarmos a receber com estremecimento o mandamento missionário de seu Filho: “Vão e façam discípulos todos os povos” (Mt 28,19). Escutamos Jesus como comunidade de discípulos missionários, que experimentam o encontro vivo com ele, e queremos compartilhar todos os dias com os demais essa alegria incomparável”.

O encontro com Cristo proporciona experimentar o melhor vinho que salva e dá sentido à nossa festa. Como verdadeiro esposo, Jesus está sempre presente para oferecer o vinho novo, sinal de seu amor e de sua ação libertadora. Somos chamados a distribuir o vinho que o Senhor nos oferece, entre os convidados, para a grande festa da vida. O nosso anúncio deve irradiar a alegria da festa, do banquete do Reino.

4. Ligando a Palavra com a ação eucarística
O Senhor, que é fiel eternamente, nos reúne e nos une em seu amor. A comunidade, na diversidade de dons, tem mesmo Espírito e responde ao convite do Senhor cantando seus louvores.

Hoje, na celebração litúrgica, a comunidade renova a fé em Jesus Cristo que realiza sinais no meio de nós. Ele nos entrega sua palavra e seu corpo e sangue. Ele prepara abundantemente as mesas que nos alimentam e nos dão vida. Participando constantemente da Eucaristia, celebrando o sacrifício de Cristo, torna-se presente a nossa redenção (cf. Oração pós-comunhão).

O Senhor nos ama e nos cumula de dons. Que ele nos santifique e nos ajude a passarmos de um velho modo de viver para uma vida nova.

Na graça do Senhor da aliança, apresentemos a “hora” de Jesus para que os sinais de vida e salvação sejam abundantes e plenos no meio de nós.

PRECES DOS FIÉIS
Presidente: Na confiança de filhos e filhas muito amados por Deus, celebrando a festa da vida, elevemos nossas preces:
1. Deus da Vida, que tua Igreja seja sinal desta nova e eterna Aliança, transformando a água da decepção, presente em tantos irmãos, no vinho novo da esperança e da alegria. Peçamos:
Todos: Senhor, tornai-nos servidores do amor.
2. Deus da Vida, que os nossos governantes possam lembrar-se dos famintos que vivem no mundo inteiro; daqueles que o sistema social proíbe de comer o pão cotidiano. Peçamos:
3. Deus da Vida, que nossa comunidade possa ser anunciadora da esperança a tantos irmãos e irmãs que vivem revoltados e desgostosos de tudo. Peçamos:
4. Deus da Vida, pelos muitos jovens que se perderam em vícios e entregaram suas vidas em futilidades, a fim de que se deixem tocar em seus corações para ouvir e testemunhar o que Jesus lhes orienta a fazer. Peçamos:
(Outras intenções)
Presidente: Pai de amor e de bondade, fique sempre ao nosso lado, para que a exemplo de Maria, possamos viver atentos às necessidades dos irmãos e irmãs e dispostos a servir a quem precisa. Por Cristo, nosso Senhor.
Todos: Amém.

III. LITURGIA EUCARÍSTICA
ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS:
Presidente: Concedei-nos, ó Deus, a graça de participar constantemente da Eucaristia, pois todas as vezes que celebramos este sacrifício torna-se presente a nossa redenção. Por Cristo, nosso Senhor.
Todos: Amém.

ORAÇÃO PÓS-COMUNHÃO:
Presidente: Penetrai-nos, ó Deus, com o vosso Espírito da caridade, para que vivam unidos no vosso amor os que alimentais com o mesmo pão. Por Cristo, nosso Senhor.
Todos: Amém.

V. RITOS FINAIS - BÊNÇÃO E DESPEDIDA:
Presidente: Concedei, ó Deus, a vossos fiéis a bênção desejada, para que nunca se afastem de vossa vontade e sempre se alegrem com os vossos benefícios, Por Cristo, nosso Senhor.
Todos: Amém.

Presidente: (Dá a bênção e despede a todos).

"A catequese não prepara simplesmente para este ou aquele sacramento. O sacramento é uma consequência de uma adesão a proposta do Reino, vivida na Igreja (DNC 50)."

Documento Necessário para o Batismo e Crisma

Certidão de Nascimento ou Casamento do Batizando;

Comprovante de Casamento Civil e Religioso dos padrinhos;

Comprovante de Residência,

Cartões de encontro de Batismo dos padrinhos;

Documentos Necessários para Crisma:

RG do Crismando e Padrinho, Declaração de batismo do Crismando, Certidão ou declaração do Crisma do Padrinho, Certidão de Casamento Civil e Religioso do Padrinho/Madrinha e Crismando se casados.

Fonte: Catedral São Dimas

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Reflexão

REFLEXÃO

A porta larga que o mundo oferece para as pessoas é a busca da felicidade a partir do acúmulo de bens e de riquezas. A porta estreita é aquela dos que colocam somente em Deus a causa da própria felicidade e procuram encontrar em Deus o sentido para a sua vida. De fato, muitas pessoas falam de Deus e praticam atos religiosos, porém suas vidas são marcadas pelo interesse material, sendo que até mesmo a religião se torna um meio para o maior crescimento material, seja através da busca da projeção da própria pessoa através da instituição religiosa, seja por meio de orações que são muito mais petições relacionadas com o mundo da matéria do que um encontro pessoal com o Deus vivo e verdadeiro. Passar pela porta estreita significa assumir que Deus é o centro da nossa vida.

reflexão sobre o Dízimo

A espiritualidade do Dízimo

O dízimo carrega uma surpreendente alegria no contribuinte. Aqueles que se devotam a esta causa se sentem mais animados, confortados e motivados para viver a comunhão. O dízimo, certamente, não é uma questão de dinheiro contrariando o que muitos podem pensar. Ele só tem sentido quando nasce de uma proposta para se fazer a experiência de Deus na vida cristã. Somos chamados e convocados a este desafio.

Em caso contrario, ele se torna frio e distante; por vezes indiferente. A espiritualidade reequilibra os desafios que o dízimo carrega em si. "Honra o Senhor com tua riqueza. Com as primícias de teus rendimentos. Os teus celeiros se encherão de trigo. Teus lagares transbordarão de vinho" (Pr 3,9-10). Contribuir quando se tem de sobra, de certa forma, não é muito dispendioso e difícil. Participar da comunhão alinha o desafio do dízimo cristão.

Se desejar ler, aceno: Gn 28, 20-22; Lv 27, 30-32; Nm 18, 25-26 e Ml 3, 6-10.

Fonte : Pe. Jerônimo Gasques

http://www.portalnexo.com.br/Conteudo/?p=conteudo&CodConteudo=12

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